quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Ônibus elétrico pode ser uma opção para ligar Alphaville à linha 8 da CPTM

29/11/2012 - Via Trólebus

Como já divulgado anteriormente, o Governo de São Paulo vem estudando qual seria a melhor opção de transporte para ligar a região de Alphaville à linha 8-diamente, da CPTM.
Segundo declarações do secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, essa ligação poderá ser feita através de ônibus elétrico, movido por células de bateria.
Fernandes disse que tudo vai depender da quantidade de pessoas que irão utilizar a ligação. É essa quantidade que irá definir qual meio de transporte que será adotado, como trens, metrô leve ou outros tipos de ônibus.
O secretário também destacou o investimento que vem sendo realizado na linha 8, como a renovação de toda a frota de trens e modernização das estações, o que acarretará a trazer mais usuários a linha.

Por Caio Lobo



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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Eletra vende 20 trólebus à Metra

27/11/2012 - Automotive Business

A Eletra, empresa brasileira especializada em tecnologia de tração elétrica para transporte urbano, fechou a venda de 20 novos trólebus para a Metra, empresa concessionária do Estado de São Paulo responsável pela operação do corredor ABD, que liga os municípios do ABC à capital paulista. Os ônibus que serão entregues a partir de janeiro de 2013 são articulados, têm 18 metros de comprimento e montados sobre chassi Mercedes-Benz urbano com piso baixo. A carroceria é Caio e serão equipados com motor elétrico Weg e baterias Moura.

Os veículos são equipados com sistema elétrico autônomo, que permitem ao veículo percorrer até 5 quilômetros desconectado da rede elétrica aérea. A gerente comercial da Eletra, Iêda Maria Oliveira, ressalta a vantagem do sistema. "Normalmente, as quedas de energia ocorrem nas subestações localizadas a cada 1 quilômetro de distância. Assim, caso ocorra qualquer intervenção, seja provocada por um acidente de trânsito ou a simples interrupção da transmissão de energia, o veículo baixa as alavancas e segue até a próxima subestação."

Por serem elétricos, os trólebus não emitem gases poluentes e tem o ruído reduzido em até 60% na comparação com um ônibus convencional. Por meio do sistema de frenagem elétrica, os veículos regeneram a energia para acumular nas baterias. Todo o sistema tem gerenciamento eletrônico, incluindo a aceleração. Os modelos terão acesso para pessoas com mobilidade reduzida, além de ar-condicionado e tomadas elétricas para conexão de celulares, tablets ou notebooks.

Fonte: Automotive Business


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A Metra deve adquirir 20 trólebus articulados de 18 metros

27/11/2012 - Via Trólebus

A informação é da montadora da tração elétrica Eletra. Os novos veículos devem chegar a partir de janeiro de 2013, e possuem chassis Mercedes, carroceria Induscar/Caio, motor elétrico WEG e baterias MOURA.
Tais bateriais são para o sistema autônomo que permite aos trólebus percorrerem até 5 quilômetros de distância desconectados da rede elétrica: "Normalmente as quedas de energia ocorrem nas subestações localizadas a cada 1 quilômetro de distância. Assim, caso ocorra qualquer intervenção, seja provocada por um acidente de trânsito ou a simples interrupção da transmissão de energia, o veículo baixa as alavancas e segue até a próxima subestação", explica Iêda Maria Oliveira, gerente comercial da Eletra.
Outra inovação serão as alavancas pneumáticas que impedem o ricocheteamento na rede elétrica, além do sistema de chaveamento de rede feito através de botão e não mais por aceleração, assim como os novos trólebus de São Paulo.
Economia de energia
Os ônibus elétricos regeneram energia para acumular nas baterias, a frenagem é elétrica e toda a operação é controlada eletronicamente. O gerenciamento eletrônico reduz significativamente o custo da operação, garantindo mais agilidade na manutenção e maior durabilidade dos componentes.
Para o usuário, o trólebus oferece bastante conforto em relação aos ônibus convencionais. A aceleração controlada eletronicamente evita os trancos constantes; o ruído, interno ou externo, é baixo, reduzido em até 60% e o veículo, além de acessibilidade e ar condicionado, dispõe de tomadas elétricas para o usuário conectar seu celular, tablet ou notebook. O condutor também sente os benefícios, pois trabalha com muito mais conforto, bem estar e tranqüilidade, o que reflete no tratamento com o passageiro e na condução do veículo.
O trólebus é um veículo 100% ecológico, não emitindo ruído ou gases venenosos ao meio ambiente.
Por Renato Lobo | Com as informações de Eletra | Imagem de Adamo Bazani
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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Confirmado: Ambiental Transportes Recebe primeiro trólebus a bateria

22/11/2012 - Via Trólebus

Confirmado: Conforme noticiamos aqui no Via Trolebus, o sexto ônibus elétrico de 15 metros foi equipado com baterias, segundo o portal "Segs". O site fala em 50 unidades do modelo Caio BRT, e não 100 unidade como foi informado pela Scania, fornecedora do chassi.
A tecnologia vai permitir que o trólebus com este sistema autônomo de baterias, percorra até 10 quilômetros desconectado da rede aérea.
A empresa Eletra, que desenvolveu o projeto, já comprovou sua eficiência no sistema de transporte da cidade de Wellington na Nova Zelândia, onde 62 trólebus de 12 metros operam desde 2009 com sistema de tração e sistema autônomo com baterias desenvolvidos pela empresa. Assim, a qualquer momento que o sistema sofrer uma queda no fornecimento de energia, seja por acidente no trânsito ou pane, o sistema de baterias é acionado, as alavancas são recolhidas, e o veículo pode seguir normalmente até a próxima subestação com fornecimento regular de energia.
"A exceção de um apagão geral, a interrupção da operação dos trólebus ocorre ou por um defeito em uma subestação ou por um acidente com a fiação. Com a tecnologia desenvolvida pela Eletra esse problema acabou, pois a distância entre as subestações de energia é de 1 km e a autonomia do trólebus sem rede é de 10km, garantindo o deslocamento até um novo trecho energizado sem a interrupção ou transbordo de passageiros. Agora, além da vantagem da emissão ZERO de poluentes, o trólebus se consagra pela eficiência em sua operação", afirma Iêda Maria Oliveira, gerente comercial da Eletra.
Iêda contou ao site que esse sistema permite o barateamento da operação, já que não é necessário, por exemplo, que a empresa tenha seu pátio eletrificado para guardar os carros. "Eles podem ser conduzidos à garagem por meio das baterias", exemplifica.

Por Renato Lobo

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Trólebus novo deve vir com baterias instaladas

14/11/2012 - Via Trólebus

Em meio a uma notícia em que deixa muitos defensores e admiradores do sistema trólebus na dúvida sobre o futuro do sistema, uma outra noticia acaba de chegar: De acordo com funcionários da Ambiental Transportes, o sexto trólebus de 15 metros, que deve chegar em breve nas dependências da garagem do tatuapé, deve vir já com um banco de baterias instaladas.
O equipamento dá autonomia ao veículo para se deslocar desconectado da rede elétrica. A tecnologia, já bem antiga nos sistemas de trólebus da europa, acabaria com a maior desvantagem deste tipo de veículo aqui na cidade de São Paulo: A paralisação dos ônibus elétricos por pane na rede elétrica, uma vez que o ônibus pode seguir viagem.
As informações ainda não são oficiais, no entanto a SPtrans já anunciou que estuda o projeto.

Por Renato Lobo



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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Brasilía testa ônibus elétrico mirando copa de 2014

12/11/2012 - Carsale.uol

Modelo 100% movido a eletricidade será avaliado durante os próximos três meses. Se for aprovado, poderá ser produzido no Brasil até 2014

Autor: da Redação/Foto: Divulgação

Pensando no transporte de torcedores e turistas durante a Copa do Mundo de 2014, a cidade de Brasília inicia os testes com um ônibus movido 100% a eletricidade. Durante os próximos três meses, uma unidade do modelo elétrico circulará pela cidade e será testada por especialistas da Universidade de Brasília e pela população local. Nesse período, que pode ser prorrogado por mais um trimestre, o objetivo é avaliar a viabilidade da utilização do "ônibus ecológico" no transporte público do Distrito Federal (DF).

Produzido na China, onde circulam cerca de 1,8 mil ônibus elétricos, o modelo testado no DF atende os padrões europeus de segurança e de qualidade. Fabricado pelas empresas Rui Hua e Alfa Bus, o veículo funciona com um conjunto de baterias (538 V), que proporcionam autonomia média para rodar até 150 quilômetros.

Cada bateria leva de uma a três horas para ser recarregada e tem vida útil de, pelo menos, cinco anos. O ônibus possui ar condicionado e capacidade para transportar 60 pessoas, sendo 28 sentadas, 31 em pé e um espaço para cadeirante.

Ônibus elétrico produzido no Brasil?

Se o ônibus elétrico for aprovado, o próximo passo é dar andamento nas negociações para abertura de uma fábrica no Brasil. Em 14 de outubro deste ano, a Sociedade de Transporte Coletivo (TCB) assinou o primeiro acordo formal com as empresas Rui Hua e Alfa Bus, fabricantes do ônibus elétrico representadas no Brasil pela S4 Clean Energy.

A expectativa do presidente da TCB, Carlos Koch, é de começar a produzir os veículos elétricos até 2014. "Estamos próximos de renovar toda a frota de Brasília. Mas o grande objetivo é desenvolver o negócio no país. Inicialmente, seria uma fábrica modular, com peças que viriam do exterior", explica Koch.

A introdução de veículos elétricos e híbridos no transporte coletivo também faz parte do acordo celebrado entre o Governo do Distrito Federal e a Federação Internacional de Futebol (FIFA) para a Copa do Mundo de 2014. A meta é que essa frota sirva para transportar torcedores e turistas do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.


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sábado, 10 de novembro de 2012

R7 DF faz passeio em ônibus elétrico em Brasília

10/11/2012 - R7

Entenda como funciona

A reportagem do R7 DF conferiu como é viajar a bordo de um ônibus elétrico. Um veículo do tipo está em Brasília para testes, trazido pela TCB (Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília). A sensação de andar no veículo é confortável. Ele é estável e tem o piso rebaixado, o que facilita a entrada. A velocidade e estabilidade são como as do ônibus comum, novo. Por dentro, há mais espaço livre do que nos ônibus comuns. Alguns bancos, os da frente, ficam um ao lado do outro, encostados na parede do veículo, o que gera um corredor mais amplo.

Para dirigir, o motorista Juarez Félix, garante que o conforto é bem maior do que o de um veículo comum. Não há marchas, pois o ônibus tem funcionamento automático.

— É bem levinho e fácil de acostumar.

Os veículos são de fabricação chinesa e o modelo que está em Brasília vai estar disponível para o usuário do transporte a partir da próxima semana, mas ainda não tem rota nem data definida.

As baterias são carregadas por meio de um charging center, que tem o tamanho de uma bomba de posto de combustíveis, com um cabo que é conectado diretamente na parte inferior lateral do veículo. O carregamento das baterias de íons de lítio leva de uma a três horas, dependendo da quantidade de carga gasta.

O diretor-presidente da TCB, Carlos Alberto Koch explica que, quando a bateria está prestes a ter a carga esgotada, o ônibus para automaticamente.

Outra diferença em relação ao ônibus comum é o peso. Por conta das baterias, que pesam duas toneladas, o veículo pode chegar a 14 toneladas.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Ônibus elétricos já são uma realidade no Brasil

06/11/2012 - Portal Terra

Aos poucos, os ônibus elétricos ganham as ruas das cidades brasileiras, especialmente nos grandes centros. Em julho deste ano, o governador do Distrito Federal, Agnelo Queiroz, anunciou que seriam feitos testes na região com um ônibus elétrico chinês - que chegaria ao Brasil em outubro, segundo a TCB, empresa pública de transportes de Brasília - e que modelos similares serão utilizados durante a Copa de 2014, quando já deverá estar instalada uma fábrica do veículo no DF.

Ônibus Hibrido no Rio de Janeiro

Outros ônibus elétricos também já circulam no Rio de Janeiro, onde a brasileira Tracel, em parceria com a COOPE-UFRJ, desenvolveu um protótipo de ônibus híbrido movido a hidrogênio, e em São Paulo, através da Eletra. Mesmo sem fazer previsões exatas, especialistas da área acreditam que os coletivos que investem em energia limpa devem se tornar cada vez mais comuns no país.

Com 12 anos de experiência no setor de transportes, a Eletra é responsável por desenvolver ônibus elétricos de três tipos: trolebus, híbridos e elétricos puros. Enquanto os primeiros, que já são cerca de 300 em São Paulo e no ABC Paulista, precisam de uma rede de subestações para alimentar seu sistema de tração elétrica e não são poluentes, os híbridos, que já circulam em São Paulo e no ABC paulista com 38 modelos, apesar da tecnologia similar, apresentam emissão de poluentes, em um nível baixo. "O trolebus é cerca de 10 vezes mais barato do que o metrô, e em países como o Brasil, onde a matriz energética é a hidrelétrica, ele tem zero emissão, e é bastante silencioso. Já o nosso híbrido tem emissão de poluição, gerando energia a bordo, através de um gerador, queimando diesel ou álcool para fazer o veículo andar, o que dispensa a rede elétrica necessária ao trolebus, mesmo sendo vinte por cento mais caro que o primeiro", compara o gerente de engenharia da Eletra, Paulino Hiratsuka.

Elétrico puro usa apenas uma bateria
Ainda em fase experimental, o terceiro tipo de ônibus elétrico desenvolvido pela empresa, o elétrico puro, tem como grande diferencial o uso apenas de uma bateria, fabricada de acordo com a necessidade do veículo. "Como não tem autonomia para rodar o dia todo, o elétrico puro precisa de pontos de recarga ao longo do seu trajeto, demandando três horas para recarregar o suficiente para rodar 150 quilômetros. O custo dele é mais alto em relação ao híbrido e ao trolebus, mas esse valor depende muito do tipo de autonomia e bateria utilizadas, e como essa tecnologia não tem demanda comercial ainda, ela é relativamente cara ainda", explica Hiratsuka.

Diferentemente do ônibus híbrido desenvolvido pela Eletra, o protótipo feito em parceria entre a Tracel e a COPPE-UFRJ utiliza cerca de seis quilos de hidrogênio, um combustível não poluente, para 100 quilômetros percorridos, o que reduz a zero o nível de emissões. "O uso de um combustível limpo garante um ganho na combustão interna, e a eficiência na gestão de energia faz com que o sistema consiga reaproveitar boa parte da energia consumida, quando o veículo freia. Além da eficiência, o motor elétrico é bastante resistente, e em relação ao preço, a tendência é que acompanhe o barateamento da própria energia, o que esperamos que aconteça durante o desenvolvimento do projeto", destaca um dos responsáveis pelo desenvolvimento do ônibus pela Tracel, Hugo Miranda.

Apesar de não precisar um período exato para o aumento do número de ônibus elétricos circulando no Brasil, Miranda destaca que o investimento em tecnologias renováveis e limpas tem sido cada vez maior entre as empresas fabricantes de ônibus. "Todas as empresas do setor no mundo estão investindo em projetos com essas soluções, o que deve indicar o caminho a ser seguido pelo setor no futuro", ressalta. O gerente de engenharia da Eletra também acredita no crescimento da frota de veículos elétricos nos próximos anos, especialmente nas grandes cidades. "Nos grandes centros, vai ser insuportável se isso não ocorrer, e as grandes montadoras estão investindo muito; por isso a tendência é o crescimento do número de ônibus elétricos, não em 50% da frota, mas talvez em 10%", estima Hiratsuka.


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Distrito Federal testa protótipo de ônibus elétrico

09/11/2012 - Agência Brasil

O governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz, fez o passeio inaugural no protótipo do ônibus elétrico que entrará em circulação experimentalmente na capital federal nos próximos meses. O veículo faz parte da política do governo local de introduzir novas tecnologias como forma de reduzir a emissão de poluentes e o impacto do transporte coletivo no meio ambiente.

Fabricado na China, o modelo em teste na cidade apresenta um conceito ambiental, usa energia limpa e pode contribuir para reduzir a poluição sonora. O veículo é totalmente elétrico, funciona com um conjunto de baterias que proporcionam autonomia média de 150 quilômetros (com o ar-condicionado ligado) e tem vida útil de pelo menos cinco anos.

O interesse do governo do Distrito Federal é testar o modelo, com o intuito de posteriormente montar uma fábrica e produzir os veículos ecológicos na capital. Para o presidente da Sociedade de Transporte Coletivo (TCB), Carlos Koch, este é o momento ideal para execução do projeto. "Estamos muito próximos de fazer uma grande renovação da frota", diz Koch.

Estima-se produzir os primeiros ônibus elétricos até a Copa do Mundo de 2014, mas isso ainda está em processo de negociação. A introdução do ônibus híbrido, porém, está prevista para o segundo semestre do ano que vem. Os híbridos já propiciam redução significativa na emissão de poluentes em relação aos ônibus convencionais. Os elétricos são totalmente ecológicos.

A implementação destes modelos no transporte público também faz parte de um acordo feito com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa. O projeto prevê que os novos veículos sejam usados no transporte dos torcedores do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

A partir de hoje, o ônibus elétrico circulará pela capital para testes, e será gratuito para a população. Ainda não foram divulgadas informações sobre os horários e as rotas do veículo. Com a experiência, será possível estudar e avaliar os aspectos de engenharia, de adaptação às rodovias da região e, então, promover as alterações necessárias.


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Ônibus elétrico começa a ser testado

09/11/2012 - ASCOM DFTrans

Fotos: Lula Lopes

Nos próximos três meses, especialistas da Universidade de Brasília e população poderão avaliar a eficiência do veículo

A viagem do governador Agnelo Queiroz à China, em julho deste ano, já mostra resultados concretos. Nesta quinta-feira, foi apresentado o ônibus elétrico, veículo de última geração que utiliza energia limpa e reduz a poluição sonora. Ele circulará na cidade para testes durante três meses, prorrogáveis pelo mesmo período, com o objetivo de avaliar a viabilidade de sua utilização no transporte público do Distrito Federal.

Participaram da viagem inaugural do ônibus o governador Agnelo Queiroz, acompanhado da primeira-dama, Ilza Queiroz, e do vice-governador, Tadeu Filippelli, além dos secretários de Estado de Transporte, José Walter Vazquez; de Ciência e Tecnologia, Glauco Rojas; de Comunicação Social, Samanta Sallum; de Governo, Gustavo Ponce; de Publicidade, Abimael Nunes de Carvalho; e do chefe da Casa Militar, coronel Rogério Leão. Também estiveram presentes empresários chineses e brasileiros ligados ao projeto.

Fabricado na China, onde circulam cerca de 1,8 mil ônibus elétricos, o modelo testado no DF atende os padrões europeus de segurança e de qualidade. O veículo funciona com um conjunto de baterias de 538V, que proporcionam autonomia média de 150km. Cada bateria leva de uma a três horas para ser recarregada e tem vida útil de pelo menos cinco anos. O ônibus possui ar-condicionado e capacidade para transportar 60 pessoas – 28 sentadas, 31 em pé e um espaço para cadeirante.

"A partir desta experiência com o ônibus elétrico, testaremos a utilização de energia limpa no transporte coletivo", afirmou o governador Agnelo Queiroz. "A intenção é trazer para Brasília a fábrica que produz o veículo ecológico, para melhorar todo o sistema de transporte urbano", completou.

Compromisso – A introdução de veículos elétricos e híbridos no transporte coletivo também faz parte do acordo celebrado entre o GDF e a Federação Internacional de Futebol (FIFA) para a Copa do Mundo de 2014. A meta é que essa frota transporte torcedores e turistas do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha.

Nos próximos três meses, o ônibus também poderá ser avaliado gratuitamente pela população. As rotas e datas ainda serão agendadas pelo GDF.

Acordo formal – A Sociedade de Transporte Coletivo (TCB) assinou em 14 de outubro deste ano o primeiro acordo formal com as empresas Rui Hua e Alfa Bus, fabricantes do ônibus elétrico representadas no Brasil pela S4 Clean Energy.

A expectativa do presidente da TCB, Carlos Koch, é começar a produzir os veículos elétricos até 2014. "Estamos próximos de renovar toda a frota de Brasília. Mas o grande objetivo é desenvolver o negócio no país. Inicialmente, seria uma fábrica modular, com peças que viriam do exterior", explicou.

Fonte: Agência Brasília

Distrito Federal testa protótipo de ônibus elétrico

09/11/2012 - Agência Brasil

O governador do Distrito Federal (DF), Agnelo Queiroz, fez o passeio inaugural no protótipo do ônibus elétrico que entrará em circulação experimentalmente na capital federal nos próximos meses. O veículo faz parte da política do governo local de introduzir novas tecnologias como forma de reduzir a emissão de poluentes e o impacto do transporte coletivo no meio ambiente.

Fabricado na China, o modelo em teste na cidade apresenta um conceito ambiental, usa energia limpa e pode contribuir para reduzir a poluição sonora. O veículo é totalmente elétrico, funciona com um conjunto de baterias que proporcionam autonomia média de 150 quilômetros (com o ar-condicionado ligado) e tem vida útil de pelo menos cinco anos.

O interesse do governo do Distrito Federal é testar o modelo, com o intuito de posteriormente montar uma fábrica e produzir os veículos ecológicos na capital. Para o presidente da Sociedade de Transporte Coletivo (TCB), Carlos Koch, este é o momento ideal para execução do projeto. "Estamos muito próximos de fazer uma grande renovação da frota", diz Koch.

Estima-se produzir os primeiros ônibus elétricos até a Copa do Mundo de 2014, mas isso ainda está em processo de negociação. A introdução do ônibus híbrido, porém, está prevista para o segundo semestre do ano que vem. Os híbridos já propiciam redução significativa na emissão de poluentes em relação aos ônibus convencionais. Os elétricos são totalmente ecológicos.

A implementação destes modelos no transporte público também faz parte de um acordo feito com a Federação Internacional de Futebol (Fifa) para a Copa. O projeto prevê que os novos veículos sejam usados no transporte dos torcedores do aeroporto ao Setor Hoteleiro e ao Estádio Nacional Mané Garrincha.

A partir de hoje, o ônibus elétrico circulará pela capital para testes, e será gratuito para a população. Ainda não foram divulgadas informações sobre os horários e as rotas do veículo. Com a experiência, será possível estudar e avaliar os aspectos de engenharia, de adaptação às rodovias da região e, então, promover as alterações necessárias.

sábado, 3 de novembro de 2012

Metra deve receber 20 trólebus Scania de 15 metros

08/10/2012 - Via Trólebus

A Metra, operadora do corredor metropolitano São Mateus – Jabaquara e Diadema – Brooklin deve receber 20 trólebus Scania de 15 metros. A informação é da própria Scania, transmitida no Blog Ponto de Ônibus, do nosso parceiro Adamo Bazani:

"O chassi de 15 metros é o ideal para trólebus. Ele é estável e como as operações de trólebus são mais confortáveis para o motorista e passageiro, o bem estar de quem está no ônibus é ampliado. Além disso, este tipo de chassi facilita a melhor distribuição do peso, maior capacidade de transporte, sem ocupar muito espaço na via" – afirmou Wilson Pereira, gerente executivo de vendas de ônibus Scania no Brasil.

Atualmente uma unidade circula no corredor com marcha autonoma, que permite a movimentação do veículo em trechos desprovidos de rede elétrica.
A reportagem também ressalta que São Paulo terá 101 unidades destes trólebus, como noticiamos anteriormente.
Trólebus Scania Articulado

Outra informação também noticiada no blog é de um protótipo de trólebus articulado com o chassi da Scania. Segundo o Blog, a Scania pretende atender mais uma gama de serviços de transportes urbanos com ônibus elétrico. A notícia que foi deixada no ar, e que já existem desenvolvimentos para o mercado brasileiro.