segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Ônibus elétrico está sendo testado em Salvador

10/12/2013 - A Tarde

Tiveram início os testes do Eco-ônibus K9, veículo elétrico sustentável. O ônibus, que estará disponível para a população até 21 de dezembro, fará a linha Aeroporto-Lapa, via orla, pelo mesmo valor da tarifa comum - R$ 2,80.

A viagem inaugural para apresentação foi realizada nesta terça-feira, 3, e percorreu o trajeto de ida e volta da praça Municipal ao Campo Grande.

O ônibus é produzido pela empresa chinesa Build Your Dreams (BYD) e está cedido à prefeitura pela empresa Rio Vermelho. Considerado não poluente, ele tem como diferencial a ausência de barulho e de emissão de gases.

Com capacidade para 76 passageiros, conta com sistema de suspensão que permite rebaixá-lo para o acesso de deficientes físicos.

O K9 alcança velocidade máxima de 70 km/h, alimentado por baterias de fosfato de ferro, com autonomia de 250 km com um carregamento.

Segundo o titular da Secretaria de Cidade Sustentável (Secis), Ivanilson Gomes, os testes visam chamar a atenção das empresas de ônibus para as vantagens desse modelo alternativo.
"Ele não consome diesel nem polui. O desempenho é semelhante aos modelos tradicionais, possui freios que respondem mais rápido e sobem ladeiras com mais facilidade, importante para uma cidade como Salvador", diz.

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Embora considere o modelo como "eficiente e sustentável", o secretário de Urbanismo e Transporte, José Carlos Aleluia, afirma que a implantação do ônibus elétrico em Salvador esbarra em um obstáculo: o custo inicial.
"O custo ainda é alto, deve estar em torno de R$ 800 mil, enquanto um convencional chega, no máximo, a R$ 500 mil. Implantá-los é um desejo, mas não posso assegurar quando isso poderá ser feito", afirma.
Segundo Aleluia, a renda arrecadada com as viagens do ônibus elétrico será revertida para uma instituição social, que ainda não foi definida.

Usuária
A aposentada Alice Gonçalves, cadeirante, aprovou o sistema de acessibilidade do veículo: "Nos ônibus comuns sinto dificuldade ao subir, mesmo com o elevador. Nesse, a rampa é mais baixa e mais fácil de acessar".

O modelo prevê, ainda, a instalação de ar-condicionado. No entanto, durante o teste, o calor foi o que mais incomodou os passageiros. "As janelas são altas e pequenas. Com esse calor, é complicado andar nesse ônibus sem ar-condicionado", disse Vívian Barros, 32.

Por Luana Almeida
Informações: A Tarde

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Governo do Estado testa o E Bus, o primeiro ônibus elétrico movido totalmente a bateria

19/11/2013 - Governo Estado SP

Veículo é também o primeiro articulado do mundo com esta tecnologia e a operação experimental será até o 2º semestre de 2014 no Corredor Diadema – São Paulo

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo S.A. - EMTU/SP, iniciará neste mês de novembro os testes com o E Bus, o primeiro ônibus articulado do mundo movido totalmente a baterias.

O programa de testes desenvolvido em parceria com a Mitsubishi Heavy Industries (MHI) e a Mitsubishi Corporation (MC), do Japão, além da concessionária Metra - Sistema Metropolitano de Transportes, tem como objetivo verificar a viabilidade técnica e econômico-financeira da implementação da tecnologia de tração elétrica, totalmente movida a bateria, sem a necessidade de implantação de rede aérea de alimentação.

Os testes serão na Extensão Diadema – Morumbi (São Paulo), do Corredor Metropolitano ABD (São Mateus-Jabaquara), sistema gerenciado pela EMTU/SP, e começarão neste mês de novembro, sem carregamento de passageiros. De janeiro a junho de 2014 os usuários do transporte coletivo poderão utilizar o E Bus em operação regular.

A escolha da Extensão Diadema-Morumbi (São Paulo) para o programa de testes se deu em função de não haver neste trecho a operação de veículos com tecnologia totalmente isenta de emissão de poluentes. Ao mesmo tempo, fornecerá uma base de dados importante, caso se concretize a opção futura por esta tecnologia na referida extensão.

Características técnicas

A Mitsubishi Heavy Industries - MHI, do Japão, desenvolveu o sistema de baterias de tração que foi integrado a um veículo de propriedade da concessionária Metra (articulado, com 18 metros de comprimento e capacidade de carregamento de 124 passageiros). As baterias são compostas por íons de lítio recarregáveis, do tipo das utilizadas em equipamentos eletrônicos portáteis, capazes de armazenar muito mais energia do que as baterias de tração mais comumente utilizadas.
Os investimentos com o ônibus e a montagem da infraestrutura para carregamento das baterias de tração ficaram a cargo da MHI, MC e Metra. A integração do sistema de baterias ao ônibus foi executada pela MHI e pela empresa brasileira Eletra Industrial.

O trecho Diadema - São Paulo (Terminal Metropolitano Diadema e Estação Morumbi da CPTM) tem 11 quilômetros de extensão. A operação foi planejada para permitir, ao longo do dia, quatro recargas rápidas (cada uma com duração de quatro minutos) no Terminal Diadema, totalizando diariamente 160 km de rodagem (incluindo deslocamentos entre a garagem e o terminal). Além disso, o ônibus receberá cargas lentas (com duração de duas a três horas) na garagem da Concessionária Metra durante a noite e em horários de baixa demanda de passageiros.

Benefícios

As linhas intermunicipais operadas na extensão Diadema- São Paulo (Morumbi) transportam a média de 13,4 mil passageiros por dia útil. Além desses usuários, a população do entorno do corredor será beneficiada com a operação dos ônibus elétricos, pois não há emissão de poluentes, têm baixo nível de ruído, dispensa a instalação da rede aérea elétrica ao longo do trajeto.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Ampliado o número de ônibus no corredor ABD

31/10/2013 - DCI

A Metra colocou 50 novos ônibus para circular nos 33 km do Corredor ABD, que liga São Mateus, na zona leste de São Paulo, ao Jabaquara, na zona sul da capital paulista, passando pelas cidades de Santo André, São Bernardo do Campo, Diadema, além da extensão entre Diadema-Estação Berrini, da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), na zona sul de São Paulo. Com isso, a empresa aumentou sua capacidade de transporte de passageiros em 30%.

A novidade inclui 20 trólebus e 30 ônibus superarticulados - com 23 metros de comprimento cada um. Estes comportam até 160 passageiros, sendo 70 sentados. Ar condicionado, poltronas com encosto para cabeça, iluminação led, tomadas internas para os passageiros carregarem celulares, notebooks e outros aparelhos, além de vidros panorâmicos, fazem parte da configuração destes novos veículos.

Os veículos contam ainda com motor (Euro 5), que emite menos poluentes que os convencionais. Segundo a Metra, foram investidos R$ 30 milhões só com os superarticulados.

Já os 20 trólebus, que têm 18 metros de comprimento, possuem os mesmos itens dos superarticulados, mas não emitem nenhum poluente na operação. Como diferencial, têm baterias de armazenamento de energia, que possibilitam o deslocamento do trólebus por aproximadamente dez quilômetros após uma eventual interrupção de fornecimento de energia elétrica, evitando transtornos e/ou eventuais problemas na rede.

Os novos ônibus da Metra estão em circulação desde o final do mês de maio. Por mês, cerca de 5,5 milhões de passageiros são atendidos pela empresa.

Obras do DER na Região dos Lagos entram na reta final

31/10/2013 - Agência Rio

Com investimento de R$ 25 milhões, as obras da Estrada da Integração, que liga a área central de Cabo Frio, na Região dos Lagos, à RJ-106, entram na fase final. A nova rodovia, de 12,5 quilômetros, vai diminuir o tráfego pesado dos veículos que circulam pela RJ-102 (Estrada do Guriri), principal acesso ao Aeroporto Internacional de Cabo Frio, além de melhorar o fluxo na entrada da cidade e no distrito de Tamoios, sem necessidade de passar por Búzios. A previsão é de que as intervenções de terraplanagem e asfaltamento sejam concluídas em dezembro.

A pavimentação da via que liga a Estrada do Guriri à Avenida Wilson Mendes, em Cabo Frio, vai tornar possível o desvio do tráfego turístico dos bairros da Gamboa e Jacaré. Já em Búzios, R$ 7,5 milhões foram destinados pelo DER para obras nos bairros Marina, Rasa e Vila Verde. Estão previstos ainda R$ 29 milhões para pavimentação, drenagem, construção de acostamento e implantação de sinalização da RJ-106, entre São Pedro da Aldeia e o acesso a Búzios.

Outra obra que será concluída brevemente em Búzios é a construção de uma nova estrada, de 3,7 quilômetros, a 500 metros da orla, no bairro da Rasa que vai facilitar o acesso às marinas. A via atual, que beira a praia, passará a ser administrada pela prefeitura da cidade para tráfego local.

MS

sábado, 5 de outubro de 2013

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Novo trólebus articulado daMetra em teste no corredor São Mateus – Jabaquara

17/05/2013 - Via Trólebus


Um dos 20 novos trólebus articulados adquiridos pela concessionária Metra para operar no corredor Metropolitano São Mateus – Jabaquara em testes, de acordo com publicação do site “Ônibus Brasil“.

Estes veículos possuem baterias que possíbilitam o deslocamento do trólebus sem a necessidade da conexão dos cabos com a rede elétrica em pequenos trechos, caso ocorra alguma pane no sistema que alimenta os ônibus elétricos.

Está previsto também a instalação de tomadas no interior destes veículos para que o passageiro possa usufruir, carregando seus celulares e tablets.

E o melhor, estes veículos não poluem o meio ambiente.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Eletra ganha contrato para equipar 60 trólebus

08/04/2013 - Valor Econômico

A Eletra, que fabrica sistemas de tração para veículos de transporte público urbano, ganhou contrato para equipar 60 trólebus que serão entregues até setembro para a operadora Ambiental Trans, de São Paulo.

A empresa vai produzir sistemas de tração autônomos - que permitem o deslocamento do veículo por até sete quilômetros sem rede aérea - para 50 trólebus de 15 metros, cujo chassi é da Scania e a carroceria da Induscar /Caio.

Cada unidade com sistema autônomo custa cerca de R$ 950 mil e o total do contrato é de R$ 13,6 milhões. "Quase todas ocorrências que interrompem a rede são por trechos de no máximo três quilômetros. Além de evitar interrupção do sistema, os trólebus com autonomia evitam a eletrificação das garagens, já que podem se locomover sem rede", diz Iêda Maria Oliveira, gerente da Eletra.

Os veículos possuem três eixos e capacidade total para 101 passageiros, oferecendo, como facilidade de acesso, piso baixo e rampa para cadeiras de rodas.

O pedido fechado pela Eletra inclui ainda a produção de dez sistemas de tração para trólebus de 12,5 metros. Nesse caso, o chassi é da MAN e o sistema não é autônomo. A capacidade total é de 96 passageiros.

A Eletra, no mercado há mais de 30 anos, equipa 300 trólebus em operação na Grande São Paulo, além de cidades como Rosário, na Argentina, e Wellington, na Nova Zelândia.

domingo, 31 de março de 2013

São Paulo

Rio de Janeiro

Faixa exclusiva para trólebus no contra-fluxo da avenida Visconde de Pirajá.

sexta-feira, 29 de março de 2013

São Paulo - 2007

Foto: Marcelo Almirante. Linha Circular Centro na Praça da República em abril de 2007.

Primeiro Trólebus Nacional - 1960

quinta-feira, 28 de março de 2013

Rede de Trólebus em 1985

Livro "Pequena História do Transporte Público em São Paulo", 1985.

Extraído do blog "Ônibus Antigos Brasileiros" em 28/03/2013.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Estudos da SPTrans apontam ampliação da rede de trólebus

04/03/2013 - Via Trólebus, Renato Lobo

A SPtrans divulgou estudos para ampliação de modais movidos a energia elétrica, e foi mencionado a ampliação da rede de trólebus. O estudo propõe também o uso de VLT's na cidade.

A previsão da prefeitura no ano passado para investimentos em trólebus era de R$ 10,8 milhões, mas apenas R$ 2,8 milhões foram efetivamente investidos. O restante do dinheiro está parado no Fundo de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, aguardando a aprovação de projetos para a expansão dos trólebus.

A prefeitura renovou os 140 trólebus prometidos na gestão Kassab, e tem planos de aumentar a frota de novos veículos.

A noticia, ainda que boa, não deixa de causar uma certa estranheza, já que a mesma prefeitura a não muito tempo atrás, pregou erroneamente que o trólebus era um veículo obsoleto.

O trólebus, assim como o VLT (ou bonde) são veículos que não poluem o meio ambiente.

Brasília pode ter a primeira fábrica de ônibus elétricos do Brasil

13/12/2012 - R7

De olho na modernização do transporte coletivo, Brasília é a primeira cidade brasileira que poderá ter ônibus elétricos e até uma fábrica destes veículos. É o que afirma o diretor-presidente da estatal TCB (Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília), Carlos Alberto Koch. Segundo ele, um acordo de intenções para que a indústria se instale no DF já foi assinado com uma empresa chinesa especializada neste tipo de tecnologia.

— A intenção é que Brasília crie um mercado com a possibilidade da vinda da fábrica de ônibus elétricos. Esses veículos serão tendência no transporte público.

Como este mercado ainda será iniciado no Brasil, Koch afirma que há a necessidade de um parceiro, já que o negócio, apesar de promissor, envolve riscos. Uma das possibilidades vistas por ele é a participação do governo na iniciativa. A intenção é começar com uma pequena fábrica montadora, que importará as peças da China.

De acordo com Koch, já há um interesse de prefeituras de cidades brasileiras para a instalação deste tipo de transporte. Alguns prefeitos devem visitar Brasília para conferir a tecnologia de perto.

— Esse mercado deve surgir e se estivermos preparados, nos tornaremos um polo, que deve vender para toda a América Latina.

Cada ônibus elétrico, como o que é testado em Brasília, custa cerca de R$ 1 milhão. Um veículo comum com o mesmo padrão, que possui medidas parecidas e ar condicionado, tem custo aproximado de R$ 550 mil.

As conversas com os chineses começaram em 2011 e a condição que o GDF (Governo do Distrito Federal) impôs foi a de que os veículos pudessem ser montados no DF e não simplesmente importados prontos. Uma das vantagens é a redução de custos, além do pioneirismo, tendo em vista um mercado que tende a se formar.

A escolha de uma empresa chinesa, segundo o presidente da TCB se deve ao amadurecimento da tecnologia naquele país.

— Eles têm a frota de ônibus elétricos movidos à bateria mais antiga do mundo. Veículos desse tipo operam em Xangai, por exemplo, há seis anos.

O projeto prevê que a participação da TCB, que é mantida pelo GDF, seja a de uma sócia minoritária no negócio. As peças seriam importadas da China e montadas com mão de obra local.

Informações: R7.com

quinta-feira, 7 de março de 2013

Metra recebe primeiro trólebus BRT articulado com sistema de baterias

23/02/13 - Via Trólebus

A Metra começou a receber os novos trólebus articulados do Modelo BRT. Tratam-se de 20 unidades com sistema de baterias, que permitem a movimentação do veículo em trechos desprovidos de rede elétrica.
A imagem é de Samuel Tuzi.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Estudo propõe volta da rede de bondes em SP

05/03/2013 - Metro São Paulo, Márcio Alves

Levantamento ainda defende ampliação da rede de trólebus; uso de veículos elétricos pode reduzir emissão de poluentes

Estudo realizado por técnicos da SPTrans, empresa que gerencia o sistema de transporte público da capital paulista, propõe o resgate do sistema de bondes, que operou na cidade entre 1871 (tração animal) até a década 1960. O estudo também sugere ampliar a rede de trólebus - atualmente, dos 15 mil ônibus em circulação em São Paulo, apenas 109 são trólebus (1,2%), espalhados em 10 linhas. Já a última linha de bonde foi desativada em março de 1968.

De acordo com o documento, a volta dos bondes é a melhor alternativa para reduzir as emissões de poluentes, uma vez que o sistema é alimentado pela rede elétrica. Na Rio+20, São Paulo se comprometeu a reduzir em 45% as emissões de gás carbônico até 2030.

Os técnicos afirmam que, como o Brasil possui uma matriz energética composta por 87% de fontes renováveis, o uso desse estoque deveria ser incentivado. Além disso, há linhas de transmissão suficientes para garantir o bom funcionamento do sistema.

A volta dos bondes e a expansão dos trólebus trariam outra vantagem. De acordo com a SPTrans, a vida útil de um trólebus é três vezes maior do que a de um ônibus comum.

A previsão da prefeitura no ano passado para investimentos em trólebus era de R$ 10,8 milhões, mas apenas R$ 2,8 milhões foram efetivamente investidos. O restante do dinheiro está parado no Fundo de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, aguardando a aprovação de projetos para a expansão dos trólebus.

Viabilidade
Especialistas em transportes apontam que o retorno dos bondes depende da decisão da prefeitura de priorizar o transporte coletivo em detrimento do individual. O modelo, hoje, pode ser adotado com um sistema auto-suficiente de energia, sem a necessidade de uma rede aérea.

Com isso, é possível colocá-lo em operação em linhas no centro expandido, servindo como alternativa para viagens de curta distância e desafogando o metrô nessa região.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Belo Horizonte - Galeria

Modelo Twin-Coach

Modelo Twin-Coach
 

Modelo Marmonn Herrington
 

Praça Raul Soares no dia da inauguração da primeira linha de trólebus em 30/05/1953.
 


Desembarque dos primeiros trólebus Marmonn Herrington no porto do Rio de Janeiro em 1959, sendo que metade da frota (25) ficou retida no cemitério de veículos do porto até setembro de 1960 por falta de verba para o pagamento de taxas, impostos e frete.


Trólebus modelo Marmonn Herrington detidos no porto do Rio de Janeiro

 

Mesmo com eletrificação entre Diadema e Jabaquara, poucos ônibus elétricos circulam no trecho

24/01/2013 - Via Trólebus

Após décadas de espera e promessas, a EMTU estendeu a rede dos ônibus elétricos para o Terminal Jabaquara. A obra foi iniciada em novembro de 2009, ao custo de R$ 21 milhões.
Entretanto recebemos muitos questionamentos sobre a pouco utilização de veículos desta tecnologia no trecho entre Piraporinha e Jabaquara. Fomos conferir em um final de semana de Janeiro, e em um domingo apenas 3 veículos elétricos prestavam serviço. Fizemos a mesma pergunta: Se foram gastos 21 milhões, por que a pouca utilização dos trólebus?
De acordo com a Metra, empresa que opera o corredor, atualmente 15 veículos elétricos operam no trecho Piraporinha-Jabaquara nos dias úteis e nos próximos meses novos veículos serão incorporados a frota: "está em processo de aquisição novos trólebus que serão implementados gradativamente ao longo de 2013. A partir de março/2013 começaremos a receber os primeiros veículos adquiridos de um lote de 20 no total" – diz a assessoria da empresa. Tratam-se de 20 trólebus articulados com marcha autônoma.
A Metra também está convertendo alguns veículos a diesel em trólebus, ampliando a oferta de veículos não poluentes.
Por mês, 6 milhões de passageiros utilizam o serviço. O sistema liga os bairros de São Matheus e Jabaquara, na Capital, passando por Santo André, São Bernardo, Diadema e Mauá. Atualmente, o trólebus estão em maior número no segmento entre São Mateus e Piraporinha, que possui 22 quilômetros. Ainda assim, os veículos a diesel são maioria em todo o corredor.

Prefeitura inicia modernização do segundo trecho da rede de trólebus

30/01/2013 - Via Trólebus

Consórcio Via Aérea, responsável pela manutenção e reforma da rede elétrica dos trólebus na cidade de São Paulo, deve iniciar nesta madrugada de quarta para a quinta, a reforma dos cabos elétricos no segundo trecho, entre o Terminal Carrão, e a Rua Cantagalo, via de acesso para a GTA (Garagem do Tatuapé). Meses atrás a antiga empresa Façon, que faliu e consequentemente descredenciada pela SPtrans, reformou o primeiro trecho entre o Terminal São Mateus e o Terminal Carrão.
A previsão de término será em 18 de fevereiro. Aos finais de semana os trabalhos serão das 23h30 às 3h30 e das 23h30 às 11h 00 (nos dias 02,09,11 e 16 de fevereiro) os trólebus das linhas 2290/10 Terminal São Mateus- Terminal Parque Dom Pedro II, 342M/10 Terminal São Mateus – Penha serão substituídos por veículos à diesel. A linha 2291/10 Terminal São Mateus – Praça da República por ser uma linha noturna vai operar com veículos diesel.
A reforma, prevista em contrato deve ser feita em quase toda a extensão da malha de trólebus, sendo que os fios de contato devem ser substituídos, e os tirantes que sustentam as redes trocados por cabos flexíveis. Com a modernização, os trólebus ganham agilidade na operação e aumento na velocidade.
No caso da Avenida Rio das Pedras, o pavimento asfáltico foi recentemente recapeado, resultando em uma ótima operação dos ônibus elétricos. Isto mostra que o novos veículos e nova rede aérea contribuem, mas o piso é essencial para um bom funcionamentos destes veículos, que não agridem o meio ambiente.

Por Renato Lobo

Novos trólebus de 15 metros são incorporados a frota paulistana

30/01/2013 - Via Trólebus

Nesta semana novos trólebus foram incorporados a frota paulistana. Agora além da linha 4113 (Gentil de Moura – Pça da República), os novos ônibus elétricos de 15 metros estão presentes nas linhas 2290 (Term. São Mateus – Term. Pq. Dom Pedro II), 3160 (Term. Vila Prudente – Term. Pq. Dom Pedro II) e na 2100 (Term. Vila Carrão – Pça da Sé).

Com isto, aos poucos os antigos trólebus Marcopolo Torino GV estão sendo descartados (conforme noticiamos).
Cerca de 30 veículos do lote de 50 trólebus já estão no sistema. Ainda não esta confirmada oficialmente a compra dos outros 50 ônibus elétricos de 15 metros, mesmo que a Scania tenha confirmado os 101 chassis vendidos para a Ambiental Transportes. Existem rumores de que estão sendo negociados estes 50 trólebus com baterias de autonomia, nas mesmas configurações do veículo 4 1506, mas sem nenhuma confirmação oficial.

Ambiental Transportes retira de circulação últimos trólebus formados

30/01/2013 - Via Trólebus

De manha ainda constava no sistema da SPTrans, apesar de já sabermos que os últimos Scanias trólebus comprados entre 1979 e 1983, foram baixados do sistema. Agora de tarde (30) confirmou a baixa dos 3 primeiros trólebus Powertronics (série 79) comprados em 1996 que são relativamente novos.
É o fim de uma era de guerreiros que lutaram anos e anos sem manutenção adequada e que poderiam rodar anos e anos ainda. A atual politica de compra, usa, não cuida, joga fora e compra novo só interessa a políticos e empresários que lucram fazendo negócios com a renovação antecipada. Quem paga é a população através de pesados subsídios e tarifas cada vez maiores e desincentivadores do uso do transporte coletivo.
Essa é a verdade que deve ser mostrada e escancarada para que no futuro cenas como essa não se repita. Veículos que podem se tornar sucata ou em outro operador privado atento com as oportunidades e mais uma vez ganha em cima da população.

Por Ricardo Salzano

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Porto Alegre

Correio da Manhã, 17 de maio de 1960

sábado, 12 de janeiro de 2013