sexta-feira, 11 de maio de 2018

Ribeirão Preto

Empresa de Trânsito e Transporte Urbano de Ribeirão Preto S.A. - Transerp
1982 - 1999

Resumo Histórico

Em julho de 1982, com 8 veículos, é inaugurada a primeira linha de trólebus, ligando o Centro à Zona Oeste, sem cobradores, transportando cerca de 12 mil passageiros/dia.

Em setembro de 1982, o sistema de trólebus contava com 11 carros, 14 km de rede, uma linha, transportando cerca de 360.000 passageiros/mês.

Em 1988, no dia 30 de novembro, é inaugurado o Terminal de Integração da Praça Carlos Gomes.

Em junho de 1990, a Transerp, com 22 trólebus, transportava entre 30 e 35 mil passageiros por dia. 

Em 1990, em função do aumento do custo da energia elétrica, a empresa planejava ampliar sua frota com 16 ônibus diesel. 

No dia 15 de junho de 1992, é inaugurada a linha Iguatemi.


Revista Transporte Moderno, junho de 1990
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REFERÊNCIAS:

"Em Ribeirão o sonho chega ao fim". Revista Transporte Moderno. 1990, junho. 


Marcelo Almirante
Página lançada em 11 de maio de 2018










quinta-feira, 12 de abril de 2018

Trólebus de São Salvador

1959 - 1968


DESEMBARQUES DE EQUIPAMENTOS NO PORTO DE SALVADOR

11/04/1957, vapor "Lóide Equador", materiais para instalação da rede aérea.

19/06/1958, vapor "Lóide Honduras", materiais para instalação da rede aérea e subestações retificadoras.

23/07/1958, vapor "Lóide Venezuela", parte das 6 subestações retificadoras.

04/09/1958, vapor "Nordhval", 27 bobinas contendo fios de cobre para a rede aérea.

05/09/1958, vapor "Lóide Haiti", peças de reserva para ônibus elétricos, peças de subestações retificadoras, e 3 ônibus elétricos.

01/10/1958, vapor "Lóide Honduras", 4 ônibus elétricos.

21/10/1958, vapor "Lóide América", peças de reserva para ônibus elétricos e 8 ônibus elétricos.

24/10/1958, vapor "Lóide Haiti", peças de reserva para ônibus elétricos.

03/12/1958, vapor "Lóide Paraguay", 12 ônibus elétricos.

15/12/1958, vapor "Lóide Paraguay", peças de reserva para subestações retificadoras.

31/12/1958, vapor "Lóide Paraguay", peças de reserva para ônibus elétricos e partes das subestações retificadoras.

05/01/1959, vapor "Lóide Panamá", 13 ônibus elétricos.

27/01/1959, vapor "Lóide Panamá", peças de reserva para ônibus elétricos.

27/02/1959, vapor "Lóide Panamá", peças de reserva para ônibus elétricos.

14/03/1959, vapor "Lóide México", 10 ônibus elétricos.

28/04/1959, vapor "Lóide México", peças de reserva para ônibus elétricos.


REFERÊNCIAS:

BRASIL. "Relação dos Materiais Importados para o serviço de instalação dos ônibus elétricos". Atos do Poder Legislativo. Lei Nº 4.622 de 3 de maio de 1965. Concede isenção de tributos para importação de bens e dá outras providências. Página 38.





terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

sábado, 9 de dezembro de 2017

Recife (1960 - 2001)


Avenida Guararapes. Inauguração da primeira linha de trólebus, a Torres - Madalena, 
em 13 de maio de 1960.


Sede da CTU em 1999

domingo, 8 de outubro de 2017

Ônibus elétrico começa a circular em fase de testes em Volta Redonda, RJ

07/10/2017 - G1 Sul do Rio e Costa Verde

Veículo tem capacidade para 83 passageiros (26 sentados e 57 em pé) e vai atender o programa Tarifa Comercial Zero.

Ônibus elétrico começa a circular na próxima segunda-feira em Volta Redonda (Foto: Geraldo Gonçalves/PMVR)
Ônibus elétrico começa a circular na próxima segunda-feira em Volta Redonda (Foto: Geraldo Gonçalves/PMVR)

Começa a circular na segunda-feira (9) em Volta Redonda em fase de testes o primeiro ônibus elétrico do Rio de Janeiro. Segundo a prefeitura, o veículo tem capacidade para 83 passageiros (26 sentados e 57 em pé) e será utilizado para atender o programa Tarifa Comercial Zero.

Técnicos da secretaria municipal de Transporte e Mobilidade Urbana (STMU) determinaram seis pontos de embarque e desembarque: Avenida Paulo de Frontin (em frente à prefeitura); Vila Santa Cecilia (atrás do Escritório Central); Avenida Gustavo Lira (Centro); Rua Eduardo Junqueira (Centro); Avenida Lucas Evangelista, no Aterrado (em frente do Sesi); e no cruzamento da Avenida Savio Gama com Rua Campos (Retiro).

O veículo será testado por 30 dias. Ainda de acordo com a prefeitura, o objetivo é melhorar a mobilidade urbana, transportando os consumidores até os centro comerciais sem interferir nas outras linhas de transporte público existentes.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

São Paulo busca ajuda para inaugurar frota de ônibus elétricos

23/08/2017 - Blogauto

Prefeitura de São Paulo quer financiamento externo para colocar uma nova frota de ônibus elétricos em circulação, reduzindo as emissões de poluentes

A Prefeitura de São Paulo deve anunciar em breve novos financiamentos externos e parcerias para ampliar o número de ônibus mais “amigos do meio-ambiente”. Essa nova estratégia deve incluir até modelos elétricos e será praticada para atender à Lei de Mudanças Climáticas; que determinava frota total de coletivos municipais com baixas emissões de poluentes até o ano que vem e até então não foi cumprida pela capital paulista.

“Estamos discutindo dentro do governo formas de participar, de incentivar e de fazer com que aconteça a introdução passo a passo dos carros bicicletas, ônibus e caminhões elétricos na cidade; com as formas mais variadas possíveis: com esforços da prefeitura e também buscando parcerias com Governo do Estado, Governo Federal e financiadores, inclusive internacionais; que possam ajudar, além de contatos com as montadoras dos carros. E isso tem de ser uma costura. A prefeitura não tem poder para fechar a equação econômica”; afirmou o Secretário do Verde e Meio Ambiente, Gilberto Natalini, em entrevista ao Diário do Transporte/Canal Mova-Se.

Ainda de acordo com o secretário, a licitação de novos ônibus para a capital paulista deve incluir modelos com baixa poluição ao meio-ambiente. A Lei de Mudanças Climáticas foi assinada há cerca de oito anos e determinava o aumento de 10% do total de ônibus não poluentes; e, a partir de 2018, nenhum dos aproximadamente 15 mil coletivos municipais usasse apenas diesel para rodar. Atualmente, nem 7% dos ônibus não se enquadram nas normas desta lei.

Para o Secretário de Mobilidade e Transportes, Sérgio Avelleda, a cidade de São Paulo deve contar com um número significativo de ônibus elétricos em circulação somente em médio e longo prazos. Por enquanto, é necessário que as alterações sejam feitas de forma gradativa.

“É preciso observar o comportamento dos ônibus elétricos ao longo do tempo; como é que as baterias vão funcionar, como as garagens vão se adequar. Nada poderá ser feito num sistema tão grande como o de São Paulo rapidamente. Nós precisamos alcançar reduções de emissões rapidamente; mas a soluções tecnológicas precisam vir no tempo em que possam ser realizadas”, disse Avelleda.

Para a ABVE (Associação Brasileira de Veículo Elétrico), o ideal seria seguir um cronograma cujo; no primeiro e no segundo anos, 20% da frota de ônibus seria substuída por modelos menos poluentes; o que inclui exemplares elétricos ou com combustível alternativo ao diesel. Esse percentual passaria para 10% a partir do terceiro ano e, em 2037, todos os onibus novos de São Paulo seriam mais eficientes.

Todos esses ônibus poderiam ser produzidos por três empresas no território nacional: a Electra; a Volvo e a BYD. A indústria instalada atualmente no País tem capacidade para produzir 2 mil ônibus elétricos por ano; podendo alcançar 5 mil exemplares nos próximos quatro anos.

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Santos recebe micro-ônibus 100% elétrico e linha do Gonzaga se torna modelo de baixas emissões com diferentes tecnologias

22/08/2017 - Diário do Transporte

Micro-ônibus integra frota limpa da Viação Piracicabana

Trólebus também voltam a circular no trajeto que ainda conta com um ônibus híbrido

ADAMO BAZANI

A linha 20 que liga a praça Mauá, no Centro, à praça da Independência, no Gonzaga, do sistema municipal de Santos, no Litoral Paulista, volta a se tornar um itinerário de baixas emissões de poluentes e ruídos, com  tecnologias diferentes baseadas na tração elétrica, reunindo modelos conectados à rede área, apenas com bateria e híbrido.

Nesta terça-feira, 22 de agosto de 2017, a linha recebe um micro-ônibus 100% elétrico. Além disso, os trólebus (que circulam conectados à rede aérea de energia elétrica) também voltam à circulação comercial depois de 15 meses parados por causa do cruzamento com a rede aérea da linha de VLT – Veículo Leve sobre Trilhos, entre Santos e São Vicente. A linha 20 também conta com um ônibus híbrido, equipado com dois motores, um a diesel e outro elétrico. A tecnologia é híbrida paralela, ou seja, tanto o motor elétrico como o a diesel atuam na tração do ônibus. Quando o veículo está parado ou circulando até 20 km/h, os momentos de maiores emissões, está em funcionamento o motor elétrico. Acima desta velocidade, entra em ação o motor diesel. O híbrido pode reduzir de 35% a 80% as emissões dependendo do tipo de poluente analisado.

Veículo tem acessibilidade com piso baixo e rampa, o que ainda é pouco comum no mercado de micro-ônibus.

Já o micro-ônibus 100% elétrico, de chassi e sistema BYD e carroceria Volare, conta com baterias que armazenam energia e não emite poluentes durante a operação.

São dois conjuntos de baterias instalados no teto do ônibus, um atrás que alimenta os motores que são conectados aos eixos e outra na parte dianteira para os sistemas de elétricos dos veículos.

As baterias podem ser carregadas em até quatro horas e a autonomia fica em torno de 220 quilômetros.

Segundo a CET – Santos (Companhia de Engenharia de Tráfego), o veículo, produzido e montado em Campinas, no interior paulista, tem sistema de câmeras que, entre outras vantagens, vai permitir ao motorista visualizar o embarque e desembarque de passageiros. Com piso rebaixado para acessibilidade, também dispõe de ar-condicionado e Wi-Fi.

Os seis trólebus, o híbrido e o micro elétrico são de responsabilidade da Viação Piracicabana,  do Grupo Comporte, que também opera o VLT.

Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes