domingo, 31 de março de 2013

São Paulo

Rio de Janeiro

Faixa exclusiva para trólebus no contra-fluxo da avenida Visconde de Pirajá.

sexta-feira, 29 de março de 2013

São Paulo - 2007

Foto: Marcelo Almirante. Linha Circular Centro na Praça da República em abril de 2007.

Primeiro Trólebus Nacional - 1960

quinta-feira, 28 de março de 2013

Rede de Trólebus em 1985

Livro "Pequena História do Transporte Público em São Paulo", 1985.

Extraído do blog "Ônibus Antigos Brasileiros" em 28/03/2013.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Estudos da SPTrans apontam ampliação da rede de trólebus

04/03/2013 - Via Trólebus, Renato Lobo

A SPtrans divulgou estudos para ampliação de modais movidos a energia elétrica, e foi mencionado a ampliação da rede de trólebus. O estudo propõe também o uso de VLT's na cidade.

A previsão da prefeitura no ano passado para investimentos em trólebus era de R$ 10,8 milhões, mas apenas R$ 2,8 milhões foram efetivamente investidos. O restante do dinheiro está parado no Fundo de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, aguardando a aprovação de projetos para a expansão dos trólebus.

A prefeitura renovou os 140 trólebus prometidos na gestão Kassab, e tem planos de aumentar a frota de novos veículos.

A noticia, ainda que boa, não deixa de causar uma certa estranheza, já que a mesma prefeitura a não muito tempo atrás, pregou erroneamente que o trólebus era um veículo obsoleto.

O trólebus, assim como o VLT (ou bonde) são veículos que não poluem o meio ambiente.

Brasília pode ter a primeira fábrica de ônibus elétricos do Brasil

13/12/2012 - R7

De olho na modernização do transporte coletivo, Brasília é a primeira cidade brasileira que poderá ter ônibus elétricos e até uma fábrica destes veículos. É o que afirma o diretor-presidente da estatal TCB (Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília), Carlos Alberto Koch. Segundo ele, um acordo de intenções para que a indústria se instale no DF já foi assinado com uma empresa chinesa especializada neste tipo de tecnologia.

— A intenção é que Brasília crie um mercado com a possibilidade da vinda da fábrica de ônibus elétricos. Esses veículos serão tendência no transporte público.

Como este mercado ainda será iniciado no Brasil, Koch afirma que há a necessidade de um parceiro, já que o negócio, apesar de promissor, envolve riscos. Uma das possibilidades vistas por ele é a participação do governo na iniciativa. A intenção é começar com uma pequena fábrica montadora, que importará as peças da China.

De acordo com Koch, já há um interesse de prefeituras de cidades brasileiras para a instalação deste tipo de transporte. Alguns prefeitos devem visitar Brasília para conferir a tecnologia de perto.

— Esse mercado deve surgir e se estivermos preparados, nos tornaremos um polo, que deve vender para toda a América Latina.

Cada ônibus elétrico, como o que é testado em Brasília, custa cerca de R$ 1 milhão. Um veículo comum com o mesmo padrão, que possui medidas parecidas e ar condicionado, tem custo aproximado de R$ 550 mil.

As conversas com os chineses começaram em 2011 e a condição que o GDF (Governo do Distrito Federal) impôs foi a de que os veículos pudessem ser montados no DF e não simplesmente importados prontos. Uma das vantagens é a redução de custos, além do pioneirismo, tendo em vista um mercado que tende a se formar.

A escolha de uma empresa chinesa, segundo o presidente da TCB se deve ao amadurecimento da tecnologia naquele país.

— Eles têm a frota de ônibus elétricos movidos à bateria mais antiga do mundo. Veículos desse tipo operam em Xangai, por exemplo, há seis anos.

O projeto prevê que a participação da TCB, que é mantida pelo GDF, seja a de uma sócia minoritária no negócio. As peças seriam importadas da China e montadas com mão de obra local.

Informações: R7.com

quinta-feira, 7 de março de 2013

Metra recebe primeiro trólebus BRT articulado com sistema de baterias

23/02/13 - Via Trólebus

A Metra começou a receber os novos trólebus articulados do Modelo BRT. Tratam-se de 20 unidades com sistema de baterias, que permitem a movimentação do veículo em trechos desprovidos de rede elétrica.
A imagem é de Samuel Tuzi.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Estudo propõe volta da rede de bondes em SP

05/03/2013 - Metro São Paulo, Márcio Alves

Levantamento ainda defende ampliação da rede de trólebus; uso de veículos elétricos pode reduzir emissão de poluentes

Estudo realizado por técnicos da SPTrans, empresa que gerencia o sistema de transporte público da capital paulista, propõe o resgate do sistema de bondes, que operou na cidade entre 1871 (tração animal) até a década 1960. O estudo também sugere ampliar a rede de trólebus - atualmente, dos 15 mil ônibus em circulação em São Paulo, apenas 109 são trólebus (1,2%), espalhados em 10 linhas. Já a última linha de bonde foi desativada em março de 1968.

De acordo com o documento, a volta dos bondes é a melhor alternativa para reduzir as emissões de poluentes, uma vez que o sistema é alimentado pela rede elétrica. Na Rio+20, São Paulo se comprometeu a reduzir em 45% as emissões de gás carbônico até 2030.

Os técnicos afirmam que, como o Brasil possui uma matriz energética composta por 87% de fontes renováveis, o uso desse estoque deveria ser incentivado. Além disso, há linhas de transmissão suficientes para garantir o bom funcionamento do sistema.

A volta dos bondes e a expansão dos trólebus trariam outra vantagem. De acordo com a SPTrans, a vida útil de um trólebus é três vezes maior do que a de um ônibus comum.

A previsão da prefeitura no ano passado para investimentos em trólebus era de R$ 10,8 milhões, mas apenas R$ 2,8 milhões foram efetivamente investidos. O restante do dinheiro está parado no Fundo de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, aguardando a aprovação de projetos para a expansão dos trólebus.

Viabilidade
Especialistas em transportes apontam que o retorno dos bondes depende da decisão da prefeitura de priorizar o transporte coletivo em detrimento do individual. O modelo, hoje, pode ser adotado com um sistema auto-suficiente de energia, sem a necessidade de uma rede aérea.

Com isso, é possível colocá-lo em operação em linhas no centro expandido, servindo como alternativa para viagens de curta distância e desafogando o metrô nessa região.